Este blog é o espaço do "NADA". Pensamentos que nos cortam as raízes, por viagens loucas À submundos, que nos invertem, À ponto de questionarmos nossos instintos.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
feitos melhores não saem mais dos nossos corações, as raízes quebradas só choram por aguas que secam em abundantes florestas tropicais, os mistérios se dilaceram e a fé não resiste mais. sonhos equivalem a lagrimas, o amor acabou mediante aos raios que entram cada vez mais fortes na camada da nossa superfície de vida. enquanto a preocupação se da no vazio das cavernas modernas, os sentidos mais apurados nos aprisionam ao querer dos preconceitos, no caminho da realidade quer se realizar os fundamentos soberanos, porem a moral dos sacrifícios já foi difundida nos desejos Ansiães. que riqueza se tem, caro frágil ser? dinheiro, saúde, solidão ou liberdade...
imagina-se um fim retornavel. é parece ser mesmo o fim.
imagina-se um fim retornavel. é parece ser mesmo o fim.
terça-feira, 17 de julho de 2012
medidas
vejo imensidão e a solidão a acompanhando. quando nos teus olhos vejo mais que alma e corpo. são milhares de sensações em movimento seguro e certo, são instantes de êxtases que intensificam com vozes ardidas com o irreal do teu ser, que morde e me sangra cada vez mais. irreversível seja cada olhar a mim dirigido durante teu sacrifício de prazer consumido no mais animalesco dos sentidos.
vertebras
raízes que se movimentam em colunas inquebráveis. alguns sons estão distantes mas os sonhos são reais. dito e sinto. o mundo não me acalma mais.
elas gritam de desejos arbitrários.
sonhos e sussurros não fazem mais falta neste mundo de dor onde os sorrisos cada vez estão mais longe.
o que fazeis aqui ó triste menina dos olhos negros. onde esta o seu porto? seu sol? onde estão os pensamentos felizes de solidariedade?
você vive criança?
sexta-feira, 11 de maio de 2012
me falham os reflexos e vozes não cantam, estou morrendo. me culmina, me corrói. acabou o seu amor.
onde estão as luzes, se faz por inteiro o meu desespero, venha, venha me salvar deste inferno de arrepios que me toma quando penso que não vou te tocar, te beijar , te sentir, te sonhar com prazeres divididos entre os lenços do calor. ó rio santo, que sempre trouxeste em mim flores e cortejos, e por momentos não ouve lamentos. restavam-me os suspiros.
o que fizeste de mim agora alma perversa, que me ignoras e eu sigo por te almejar.
anseio por tuas mãos grandes, e teu sorriso luminoso. que nem o dia ensolarado ou em outros momentos chuvoso me faz tao feliz. e é aqui que começa o meu fim.
onde estão as luzes, se faz por inteiro o meu desespero, venha, venha me salvar deste inferno de arrepios que me toma quando penso que não vou te tocar, te beijar , te sentir, te sonhar com prazeres divididos entre os lenços do calor. ó rio santo, que sempre trouxeste em mim flores e cortejos, e por momentos não ouve lamentos. restavam-me os suspiros.
o que fizeste de mim agora alma perversa, que me ignoras e eu sigo por te almejar.
anseio por tuas mãos grandes, e teu sorriso luminoso. que nem o dia ensolarado ou em outros momentos chuvoso me faz tao feliz. e é aqui que começa o meu fim.
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