sexta-feira, 7 de setembro de 2012

" Chorar? O que nos resta? Amar? O que nos resta? Sonhar? O que nos resta? Rezar? é o que nos resta.

Tantos choros, lamentaçoes, gritos, nunca sao ouvidos. Nao se perdoa, nao se ama, nao se sonha.
 O que se domina?
 O que se sonha?
O que se ama?"
 
compreensao, liberdade, vontade, prazer, conselhos, amizade, cumplicidade..................................................................................
  o que nos transforma?
 sera que sempre fomos o hoje?
 onde iremos chegar?
amamos?
quem?
 nos amamos?
saberemos algum dia se amamos?
saberemos algum dia se nos amamos?
o que saberemos?
algum dia sera que saberemos se soubemos alguma coisa?
quem sabera?
algum dia ouviremos?
algum dia ouviremos alguem?
algum dia ouviremos a verdade?
algum dia a verdade sera ouvida?
até onde nos falta a verdade?
até onde sabemos  a verdade?
até onde a verdade sabe?
quem sabe a verdade?
que verdade se sabe?
onde acaba a nossa incerteza?
até onde  a incerteza nos faz chegar?
até onde a incerteza nos faz falar?
até onde a incerteza nos faz rezar?
até onde a incerteza nos faz querer amar, nos faz amar?
queremos a incerteza?
a incerteza nos possui! a incerteza nos domina? até onde?
 
SEGREDOS: segredos sagrados, segredos e enredos, mistérios e segredos, segredos e desejos. momentâneos segredos e segredos vividos. curiosos e segredos, felizes e morrendo, os segredos guardados, rabiscados foram aqueles segredos.  sem querer apairana, os segredos vivem em medos. os ruídos nos remetem a montanhas. feitiços e lagrimas invadem secretas lacunas, que não existem em liberdades não profundas, não ditas, não exploradas. As montanhas de segredos que pertencem aos nossos medos imaginários, fantástica mentira transgredida pelo poder do irreal, nos traz aflição e não a moral. lógica é o segredo nas alturas enquanto pensamos sem corrente e sem corte, apenas sonhos nos levam os segredos, esses excedidos e suprimidos em cores não vivas sem falar, aumentam a audencia de todos os que nao querem pensar, nem aneis, nem setros. nao se quer mais cruzes, nao queremos mais cruzes, mordaças, chega de chicotes. o esquema acabou. e o lustre sucumbi o ceu, que nao é mais azul. nem os verdes ouviram mais. só resta memoria arrasada da brasa do desejo que cresce e vem mais fundo arde e queima a chama da tristeza que as vezes faz chorar e rir, mas o que esta acontecendo meu segredo nao é mais oculto, nem insatisfeito. procura- se outros segredos, os medos se tornaram imbativeis.
Que tortura é essa que me faz sorrir e me faz querer viver mais em sonho e não mais em realidade.
 Para não chorar não perca a esperança da felicidade de se sentir completo, esta felicidade que só se sente com o respirar alheio daquele que se procura estar perto. Não minta, pois se sabe o sentimento, sabe-se o tocar, o olhar, aquela segurança.
Sabe agora não estou junto, mas sinto a tua força contraindo os meus músculos, reprimindo a voz que sai espontaneamente, as vezes até por querer, essa dor que se quer sentir, a vontade que nos faz chorar. A ternura de não amar.
" Nao se permita nao sorrir. Sentimos os nervos e as vertebras, mas nao pare. nao o negue. Nao feche os olhos, nao finja que ele nao esta aqui pronto para te chamar, te querer, te curar."

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

vamos falar agora de opiniao, que nome voce daria para o nada?
 que nome voce daria para o irreal, tao necessario, perplexo, e sem comentarios.
que vamos fazer com as fantasias, os sonhos,
onde estao as utopias?
o que é escrever?
o que é viver?


onde vamos chegar?
"O HOMEM ESTA SUJEITO A DUAS FRAQUEZAS INERENTES Á SUA EXISTÊNCIA, QUE A CARACTERIZAM. POR TODA PARTE CUMPRE QUE ele reze, POR TODA PARTE CUMPRE que ele ame, EIS A  BASE DE TODOS OS ROMANCES : FÊ-LO PARA PINTAR OS SERES A QUEM implorava, FÊ-LO PARA CELEBRAR AQUELES A QUEM amava..." ( D.A.F de Sade)