Dentre flechas e ovários
há sorrisos e vigários
há vontades por milagres
há vigílias e saudades
dentre as coisas de um caminho
tenho marcas
tenho barcas
tenho espinhos
dentre a Bela e a Fera
existe vida
existe morte
existe, contudo, muita sorte!
e no último suspiro
de um bem-querer maldito
não há aguá,
nem há nada.
Este blog é o espaço do "NADA". Pensamentos que nos cortam as raízes, por viagens loucas À submundos, que nos invertem, À ponto de questionarmos nossos instintos.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
resenhas
Num Outono minguante
onde as cores morriam brilhantes
chorei e amei
por mais um instante
Elas me fizeram crer
que nem mais naquele dia
eu iria morrer
Chorei por 20 mil anos
mas pelas cores meu caro
eu não me engano
sorri e senti
nestas montanhas
eu sofri
mas naquele Outono minguante
eu jamis ressurgi!
onde as cores morriam brilhantes
chorei e amei
por mais um instante
Elas me fizeram crer
que nem mais naquele dia
eu iria morrer
Chorei por 20 mil anos
mas pelas cores meu caro
eu não me engano
sorri e senti
nestas montanhas
eu sofri
mas naquele Outono minguante
eu jamis ressurgi!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Em raiz de curta noite,
lá encima de um monte,
um castelo surgia,
em meia luz
ao meio dia.
Simples e obsoleto
mergulhando em areia frutífera,
se constrói em movimento.
Em sua santidade
havia flores
e também maldades.
Queria sorrir
e também morar,
lá encima de um monte
eu queria cavalgar.
Sentia forte
e segura
aquelas mãos,
fruto bem maduro.
Imaginava sozinho
aquele belo menininho
que carregado de ilusões
viaja pelos pampas.
E, por tantas em raiz de noite curta,
lamentava e suava suas indignações.
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